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A nova febre das canetas injetáveis e o retorno do mal-estar
Atualmente estamos assistindo uma transformação silenciosa, e estrondosa ao mesmo tempo, na forma como a sociedade lida com o corpo, o peso e o desejo de emagrecer. As chamadas “canetas emagrecedoras”, baseadas em substâncias como a semaglutida, deixaram de ser um recurso médico restrito e passaram a ocupar o centro de uma nova cultura do emagrecimento. Em 2025, seu consumo cresceu 88%, movimentando bilhões e alterando inclusive o cenário de tratamentos tradicionais. Paralela
Airton Calmo
19 de mar.3 min de leitura
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