Projetos
Alguns caminhos que atravessam minha prática, minha escrita e minha investigação.
Chimarreando com Freud
Psicanálise, mate, cultura e os causos do cotidiano.
Chimarreando com Freud nasceu do desejo de aproximar a Psicanálise da vida cotidiana sem reduzir sua complexidade. Entre o mate, a cultura gaúcha, o humor e os pequenos causos da vida, Freud aparece não como uma figura distante dos livros, mas como um interlocutor possível para pensar aquilo que nos acontece.
É um projeto de comunicação e experimentação autoral, desenvolvido em diferentes formatos, que procura levar conceitos psicanalíticos para fora do ambiente acadêmico e do consultório, preservando, sempre que possível, sua densidade e sua capacidade de provocar perguntas.

Psicanálise de Frente pro Mar
A escuta para além das paredes do consultório.
Psicanálise de Frente pro Mar nasceu de uma pergunta sobre os limites — e as possibilidades — do setting psicanalítico.
No Rancho do Ouvidor, na Praia do Ouvidor, em Garopaba, a paisagem, a caminhada, o silêncio e o horizonte tornam-se elementos para pensar uma experiência de escuta que não se pretende uma simples reprodução do consultório tradicional.
O projeto investiga a possibilidade de um setting extramuros, preservando aquilo que constitui a escuta psicanalítica e, ao mesmo tempo, interrogando o modo como espaço, corpo, natureza e experiência podem participar da relação analítica.
Na Trilha do Ouvidor
Psicanálise, Psicologia Analítica, Antropologia e Xamanismo em diálogo.
Na Trilha do Ouvidor é um percurso de investigação que procura aproximar diferentes modos de pensar a experiência humana.
A Psicanálise, a Psicologia Analítica, a Antropologia e os saberes associados ao universo xamânico aparecem aqui não como sistemas a serem confundidos entre si, mas como campos distintos que podem, em determinadas questões, estabelecer diálogos fecundos.
O projeto nasce também de uma experiência pessoal de pesquisa e reflexão sobre o xamanismo e as medicinas da floresta, particularmente a ayahuasca, entendida aqui como objeto de experiência, investigação e pensamento — e não como promessa terapêutica ou resposta universal.
A trilha é justamente a metáfora desse percurso: não um caminho previamente determinado, mas uma investigação que se constrói à medida que avançamos.


